
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Alimentos Clínicos</title>
	<atom:link href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br</link>
	<description>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</description>
	<lastBuildDate>Sun, 13 May 2012 14:17:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Óleo de coco é bom&#8230; &amp; leite de coco também!</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=459</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=459#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 May 2012 20:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=459</guid>
		<description><![CDATA[Os produtos do coco no Brasil, tal como na maior parte do mundo, são matéria-prima de relevância na indústria de muitos produtos alimentares, desde fábricas de bolachas, doces, iogurtes,sorvetes, restaurantes industriais e até pequenas confeitarias e lanchonetes. Destacam-se os produtos &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=459">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=LC.jpg" title="LC"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/LC.jpg" class="alignleft" alt="LC" width="225" height="225" /></a>Os produtos do coco no Brasil, tal como na maior parte do mundo, são matéria-prima de relevância na indústria de muitos produtos alimentares, desde fábricas de bolachas, doces, iogurtes,sorvetes, restaurantes industriais e até pequenas confeitarias e lanchonetes. Destacam-se os produtos de maior demanda no mercado brasileiro como: coco inteiro, água e polpa de coco verde, leite de coco, coco ralado e amêndoa de coco maduro (MORORÓ, 2007).<br />
<strong>O óleo de coco possui ácido láurico (dodecanóico: C12H24O2,<br />
ácido cáprico (decanóico: C10H20O2) e ácido caprílico (octanóico:<br />
C8H16O2), com pontos de fusão, respectivamente, de 44,2º C, 31,6º<br />
C e 16,7º C (ZILLER, 1996).De especial interesse é o ácido láurico,com doze carbonos, encontrado em grande quantidade tanto na gordura do coco quanto no leite materno. Esse ácido graxo possui potentes propriedades antimicrobianas e antifúngicas.<br />
 A gordura de coco protege as populações tropicais contra bactérias e fungos (ENIG, 2000), potenciais contaminantes dos alimentos.O coco possui isoleucina, leucina, lisina, metionina, cistina,fenilalanina, treonina, triptofano, tirosina e valina.<br />
 Destes, apenas a cistina (formada por duas moléculas de cisteína) está presente em maior quantidade do que o leite de vaca (MEDINA et al.,1980).<br />
A cisteína pode formar glutation (juntamente com o ácido glutâmico e a glicina), um antioxidante e antitóxico por excelência e participa como co-fator de várias enzimas, protegendo o corpo de metais pesados.<br />
É indicado para casos de tosse e asma, pois,fluidifica as secreções brônquicas, aumenta a resposta leucocitária e age como antioxidante em qualquer patologia na qual exista estresse oxidativo (CARVALHO, 2004).<br />
Crianças que necessitam de bebidas hipoalergênicas, já possuem<br />
o organismo com taxas altas de processos oxidativos, devido<br />
à imunossupressão (CARVALHO, 2007).<br />
 A presença suplementar deste nutriente, estaria auxiliando no equilíbrio<br />
imunológico. No estresse oxidativo, a cisteína apresenta papel<br />
importante na neutralização de radicais livres (DUARTE,2003).<br />
<a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=images_2.jpg" title="images 2"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/images_2.jpg" class="alignleft" alt="images 2" width="275" height="183" /></a>Oleite de coco também é rico em triptofano. Este aminoácido é responsável pela produção de serotonina no cérebro, desde que quantidades suficientes de niacina, piridoxina e zinco estejam presentes. A serotonina é um hormônio que regula o sono e a sensação de bem-estar no organismo humano (PÓVOA et al., 2005).<br />
As propriedades funcionais da gordura do coco assim como<br />
de seus aminoácidos, ambos presentes no leite de coco, devem ser<br />
consideradas para a preparação de bebidas tipo shake, bem como para formulações infantis.<br />
No Brasil, somente o óleo de coco é inserido em formulações<br />
infantis, para crianças com alergias e intolerâncias alimentares,<br />
visando a mescla nutricional de triglicerídeos de cadeia média e<br />
longa (CARVALHO, 2007). <strong>Os aminoácidos do coco não são<br />
considerados para tal fim. Como já mencionado, a cisteína é importante<br />
para otimizar a imunidade, tanto que medicamentos que diminuem a viscosidade do muco são prescritos por pediatras, para fins imunoterápicos</strong>, porque contém derivados da cisteína na forma de N-acetil-L-cisteína (N-ACETIL-L-CISTEÍNA, 2007).</p>
<p>_______________________________________________</p>
<p>LEITE de COCO e sua gordura</p>
<p>O leite de coco possui, em média, 20% de seu peso na forma de gordura. Essa gordura vem da polpa do coco, quando submetida ao processo de refino, torna-se o famoso óleo de coco.</p>
<p>Características sensoriais</p>
<p>Aspecto: límpido e isento de impurezas a 40º C</p>
<p>Características Físicas e Químicas</p>
<p> Densidade relativa, 40oC/20oC&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..	0,908 &#8211; 0,921<br />
Índice de refração (n D 40)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.	1,448 &#8211; 1,450<br />
Índice de saponificação&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.	248 &#8211; 265<br />
Índice de iodo (Wijs)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..	6 – 11<br />
Matéria insaponificável, g/100g&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;	Máximo 1,5<br />
<strong>Acidez, g de ácido oléico/100g:<br />
. óleo refinado&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..Máximo 0,3<br />
. óleo bruto &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;Máximo 5,0</strong><br />
Índice de peróxido, meq/kg&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.	Máximo 10</p>
<p>*O óleo de coco extra virgem mantém o aroma do <em>coco in natura</em>.</p>
<p>(Fonte:1-TCC de Milla Rúbia Carvalho, 2007. 2-ANVISA.Resolução nº 482, de 23 de setembro de 1999 &#8211; Republicada dia 20/06/2000.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=459</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alternativa para LEITES INFANTIS HIDROLISADOS</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=450</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=450#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 23:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=450</guid>
		<description><![CDATA[Após 6 anos de atuação no desenvolvimento personalizado de fórmulas infantis para fins especiais de saúde, esta matéria vem informar a parceria estabelecida entre esse serviço (alimentos clínicos) com a única farmácia brasileira 100% focada em suplementação alimentar que dispõe &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=450">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após 6 anos de atuação no desenvolvimento personalizado de fórmulas infantis para fins especiais de saúde, esta matéria vem informar a parceria estabelecida entre esse serviço (alimentos clínicos) com a única farmácia brasileira 100% focada em suplementação alimentar que dispõe de um quadro técnico formado por farmacêuticos, nutricionistas e parceria com eng.ª de alimentos: SUPLEFORMA®<br />
Desde o inicio do ano, estudos foram realizados para traçar o delineamento necessário das formulações que pudesse garantir as matérias-primas adequadas à qualidade sensorial, distribuição nutricional, assim como da viabilidade nutricional de produção dos produtos alvo: alimento infantil parcialmente hidrolisado e alimento infantil 100% hidrolisado.<br />
As IDR´s para ambas formulações atendem duas fases: 7 a 11 meses e 1 a 3 anos.<br />
Ao longo de 13 anos, essas formulações foram estudadas, delineadas e testadas (n>100) pelo trabalho da profissional Milla Rúbia, engenheira de alimentos e mãe de duas crianças que a inspiraram (por necessidades ligadas tanto a alergia quanto a intolerância) a investigar, pesquisar e avaliar quais misturas proteicas e dosagens de macro e micro nutrientes se adequavam melhor a tais condições clínicas.<br />
Não poderia ser melhor: a investigação analítica, disciplinada e técnica de uma engenheira com a dedicação, intuição e desvê-lo de uma MÃE.</p>
<p><strong>Porquê não ouço falar nesse produto?</strong></p>
<p>Muitos são os médicos que não conhecem sobre esse trabalho, relativamente novo.<br />
A produção e promoção dos produtos alimentares desenvolvidos por grandes indústrias de alimentos e divisões das indústrias farmacêuticas atuam em escalas territoriais amplas e recebem investimentos na ordem dos bilhões de dólares. Tais investimentos são provenientes &#8211; em média &#8211;  de 36% de seus faturamentos anuais, de acordo com a escritora e médica Dr.a Márcia Angel; bem maior que os investimentos em pesquisa (14%). Não há como concorrer com uma divulgação dessa ordem.</p>
<p>Todo trabalho personalizado possui demanda restrita (grupo de pessoas) ou unitária.<br />
Nenhuma indústria tem o interesse de investir em um produto que não possa ser produzido em batelada&#8230;</p>
<p>A comunidade científica, centrada na gestão da qualidade de vida, vem descobrindo a importância crucial das fórmulas personalizadas para o êxito de suas terapias.<br />
Esse projeto, há 6 anos, vem comprovando essa proposta.</p>
<p>Confira o resultado deste trabalho! </p>
<p><a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Sup_logo2A1.gif"><img src="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Sup_logo2A1-300x231.gif" alt="" title="Sup_logo2A" width="300" height="231" class="aligncenter size-medium wp-image-455" /></a></p>
<p>(Fonte: anúncio alimentos clínicos, Abril, 2012.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=450</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aspartato de Magnésio: bom para quê?</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=426</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=426#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 17:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=426</guid>
		<description><![CDATA[O ácido aspártico, um entre os 2 aminoácidos ácidos (COOH-) encontrados, desempenha importante papel no balanço do pH do soro; ao sofrer transaminação forma L-aspartato (forma livre). O aspartato é encontrado comumente para venda, na forma salina, ligado ao magnésio. &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=426">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="https://encrypted-tbn3.google.com/images?q=tbn:ANd9GcTgn7xfmdoImbiN-dl-1NehNrYm1OXZvvQPFjOpQaoh1WlJaNZW" class="alignleft" width="220" height="229" /><a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Mg_12.jpg"><img src="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Mg_12.jpg" alt="" title="Mg_12" width="260" height="194" class="alignleft size-full wp-image-441" /></a>O ácido aspártico, um entre os 2 aminoácidos <strong>ácidos</strong> (COOH-) encontrados, desempenha importante papel no balanço do pH  do soro; ao sofrer transaminação forma L-aspartato (forma livre). O aspartato é encontrado comumente para venda, na forma salina, ligado ao magnésio. Este sal possui a oferta de dois nutrientes: L-aspartato (que na presença de glutamina dá origem à asparagina) e o mineral Magnésio.<br />
 O organismo humano, após absorção do sal e consequente ionização, obtém a forma livre L-aspartato, que na presença de L-glutamina (doadora de nitrogênio) e consumo de ATP, realiza a transformação em asparagina, conforme figura abaixo:</p>
<p><a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/download.jpg"><img src="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/download-300x168.jpg" alt="Obtenção da ASPARAGINA" title="reaç_forma_ASP" width="300" height="168" class="aligncenter size-medium wp-image-427" /></a></p>
<p>O termo ácido aspártico refere-se a duas formas espaciais moleculares: ácido L-aspártico e ácido D-aspártico. O uso da forma D (dextrógira &#8211; molécula que, sob luz polarizada, volta-se para a direita) é bastante limitado pelo organismo, sendo a forma L (levógira) a indicada como nutriente, pelo melhor encaixe &#8211; e consequente aproveitamento &#8211;  das enzimas orgânicas. Grande parte das sínteses químicas originam a forma racêmica (mistura de atividades ópticas) = DL-ácido aspártico.<br />
Dados técnicos das 3 formas encontradas:</p>
<p><strong>di-L-aspartato de magnésio (di-hidratado):</strong></p>
<p>Fórmula molecular:Mg(C4H6NO4)2·2H2O<br />
Peso molecular:324.5 g/mol<br />
Relação L-aspartato e Magnésio no sal: 2:1</p>
<p><strong>Cloridrato de tri-L-aspartato de magnésio (tri-hidratado):</strong></p>
<p>Fórmula molecular:Mg(C4H5NO4)·HCl·3H2O<br />
Peso molecular: 245.75 g/mol<br />
Relação L-aspartato/Magnésio/Cloridrato: 1:1:1</p>
<p><strong>DL-aspartato de magnésio (tetra-hidratado):</strong> </p>
<p>Fórmula molecular:Mg(C4H6NO4)2·4H2O<br />
Peso molecular: 360.56 g/mol<br />
*Alguns fornecedores citam a relação mineral/aminoácido: 1:2</p>
<p>O Aspartato de Magnésio comercializado no Brasil, possui um dos maiores teores elementares do mineral (no caso, o Mgnésio) que chega a 30%.<br />
Importante: não se pode diferenciar facilmente entre Asp (Aspartato) e Asn (Asparagina) porque os grupos amida das cadeias laterais estão constantemente, hidrolisando-se. São análogos estruturais Asparagina e Ácido Aspártico/Aspartato.</p>
<p>Importância do L-aspartato como nutriente:</p>
<p>-Neurotransmissor de função excitatória;<br />
-Formação dos Ribonucleotídeos (formação de DNA e RNA);<br />
-Detoxificação das células hepáticas;<br />
-Participa do ciclo da uréia.</p>
<p>Importância do mineral Magnésio como nutriente:</p>
<p>-Atua como co-fator de um número expressivo de reações químicas;<br />
-É requerido para o funcionamento de de centenas de enzimas;<br />
-Vital para o transporte e produção de energia;<br />
-Atuador na atividade dos sinais nervosos, já que o mesmo modula a entrada de Cálcio na célula nervosa;<br />
-É um relaxante muscular natural, uma vez que a saturação celular de Cálcio associada à falta do Magnésio, pode levar a contrações musculares, espasmos e a convulsões;<br />
-Auxilia na atividade plena dos músculos (inclusive o cardíaco) prevenindo a fraqueza muscular;<br />
-A presença do Magnésio é fundamental (assim como a vit. D) para o aproveitamento do Cálcio nos ossos &#8211; como os tijolos, que não constroem uma parede sem o cimento;<br />
-Participa do transporte da amônia para o fígado;<br />
-Regula a permeabilidade da membrana intestinal, junto ao Cálcio;<br />
-Auxilia a absorção de Ca, P, Na e K.</p>
<p>(Fonte:<strong>1</strong> &#8211; Devlin, Thomas M. – Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas – tradução da 6ª edição americana, 1998, Ed. Edgard Blucher Ltda.<strong>2</strong> &#8211; Scientific Opinion of the Panel on  food additives, flavourings, processing aids and materials in contact with food (AFC) on a request from the Commission on  magnesium aspartate, potassium aspartate, magnesium potassium aspartate, calcium aspartate, zinc aspartate, and copper aspartate added for nutritional purposes to food supplements. The EFSA Journal (2008)883,1-23.<strong>3</strong> -www.nutritionalmagnesium.org.) </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=426</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Frutas anticâncer do CERRADO brasileiro</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=419</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=419#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 14:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=419</guid>
		<description><![CDATA[Segundo dado populacional do IBGE, em 2008 a região Centro-Oeste obteve 13,8 milhões de habitantes (7,2% da população nacional). As maiores taxas de incidência de câncer na região foram observadas em Mato Grosso do Sul. Comparando as taxas de incidência &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=419">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=GABIROBA.jpg" title="GABIROBA"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/.thumb_GABIROBA.jpg" class="alignleft" alt="GABIROBA" width="100" height="100" /></a><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=GUAPEVA_1.jpg" title="GUAPEVA 1"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/.thumb_GUAPEVA_1.jpg" class="alignleft" alt="GUAPEVA 1" width="100" height="100" /></a><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=MURICI.jpg" title="MURICI"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/.thumb_MURICI.jpg" class="alignleft" alt="MURICI" width="100" height="100" /></a></p>
<p>Segundo dado populacional do IBGE, em 2008 a região Centro-Oeste obteve 13,8 milhões de habitantes (7,2% da população nacional). As maiores taxas de incidência de câncer na região foram observadas em <strong>Mato Grosso do Sul</strong>.  Comparando as taxas de incidência por estado, entre homens, Mato Grosso do Sul ocuparia a sexta posição, Distrito Federal a oitava, Goiás a 10ª e Mato Grosso a 12ª. Para as mulheres, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal permanecem com a sexta e oitava maiores taxas de incidência, respectivamente. Goiás aparece em 12º lugar e Mato Grosso em 15º.<strong>Entre homens, o Centro-Oeste terá a terceira maior taxa de incidência de câncer de próstata, pulmão e estômago. Entre mulheres, também apresentará a terceira maior taxa de incidência de câncer de mama e colo do útero.</strong>O Centro-Oeste ocupa o terceiro lugar nas estimativas para os tipos de câncer mais incidentes (http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=1796).<br />
Em contrapartida, é nessa região que frutas nativas, com potencial anticâncer recém descoberto, são desperdiçadas:gabiroba, guapeva e murici. Não somente gabirobas e guapevas, mas outros vegetais podem estar em processo de extinção no Cerrado, devido ao processo acelerado de ocupação agrícola e à exploração extrativista e predatória (pecuária, plantio de soja e cana-de-açúcar). As baixas são significativas nas safras dos produtos e há dados de que <strong>cerca de 40% do bioma já tenha sido desmatado</strong>. <strong>“Estamos perdendo esses vegetais e a cura de muitas doenças pode estar nessa biodiversidade”, enfatiza a pesquisadora das frutas acima citadas.</strong><br />
 A pesquisadora em questão é<strong> Luciana Malta, orientada por Glaucia Pastore (UNICAMP,SP)</strong>, descobriu que os extratos das frutas &#8211; em diferentes células cancerígenas humanas, obtidas no banco de células do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) &#8211;  possuem um <strong>alto potencial anticâncer</strong>. “As plantas impediram o crescimento celular”, reafirma. As <strong>espécies também demonstraram potencial superior quando comparadas com frutas estudadas nos Estados Unidos, onde Luciana realizou doutorado pela Universidade de Cornell</strong>, sob coorientação do professor Rui Hai Liu. “<strong>Algumas atividades mostraram que as espécies analisadas são cem vezes mais potentes que outras tidas como frutas de alta atividade”</strong>, acrescenta Luciana. Ela também acentua que a pesquisa não pode ser engavetada, mas sim abrir caminho para que outros testes sejam realizados e os resultados aprimorados até chegarem à fase de produto disponível para a população. <strong>Um dos próximos passos é definir a quantidade ideal a ser consumida.</strong> “Tudo tem um limite para ser consumido, senão o organismo pode sofrer também com o excesso de algumas propriedades contidas nos alimentos. Comparadas a outras drogas já conhecidas no mercado, as frutas apresentaram alto potencial, segundo Luciana, podendo ser <strong>usadas no enriquecimento de produtos comestíveis pela indústria alimentícia. “Além disso, seus compostos ativos poderiam ser retirados e encapsulados pela indústria farmacêutica,</strong> já que não observamos <strong>nenhum nível toxicológico ao testar os extratos em animais”, enfatiza.</strong><br />
<strong>“O Brasil precisa conhecer melhor sua biodiversidade. Muitos dos frutos do país ainda são desconhecidos ou pouco utilizados”,</strong>alerta a pesquisadora.</p>
<p>(Fonte: adaptado de http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/novembro2011/ju513_pag8.php. Março,2012).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=419</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>L-Arginina: um aminoácido que faz muito por você</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=412</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=412#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 22:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=412</guid>
		<description><![CDATA[A L-Arginina (ácido2-amino5-guanidina pentaenóico) é considerada um aminoácido semi-essencial, possui uma das cadeias laterais mais extensas entre os outros aminoácidos. Em adultos saudáveis, ela é sintetizada pelo organismo a partir do glutamato. Esse aminoácido participa de importantes vias metabólicas como:produção &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=412">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=pill_mix.jpg" title="pill mix"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/pill_mix.jpg" class="alignleft" alt="pill mix" width="259" height="194" /></a><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=arginina.jpg" title="arginina"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/arginina.jpg" class="alignleft" alt="arginina" width="240" height="172" /></a><br />
A L-Arginina (ácido2-amino5-guanidina pentaenóico) é considerada um aminoácido semi-essencial, possui uma das cadeias laterais mais extensas entre os outros aminoácidos. Em adultos saudáveis, ela é sintetizada pelo organismo a partir do glutamato. Esse aminoácido participa de importantes vias metabólicas como:produção de óxido nítrico,ciclo da uréia,síntese proteica, além de ser precursor do glutamato &#8211; após formar ornitina, pode ser convertida a glutamato para originar alfa-cetoglutarato, entrando no ciclo do ác. cítrico &#8211; , prolina e putrescina. <strong>Tem papel fundamental na via de detoxificação da amônia (NH4)</strong>, onde entra como precursor direto da uréia.<br />
Ela é <strong>indicada para suplementação no caso de traumas e doenças crônicas ou não</strong>. Ela <strong>melhora a retenção nitrogenada, promove função e reparo intestinais, auxilia a cicatrização de feridas (através de diferentes mecanismos), estimula a produção de hormônios endócrinos, é substrato para síntese de prolina &#8211; promovendo a síntese de colágeno &#8211; e melhora a resposta imunológica global</strong>. Estudos demonstram que a suplementação de L-Arginina pode diminuir a formação de fatores de coagulação, assim como a viscosidade sanguínea e o estresse oxidativo.<br />
Ao auxiliar a produção de óxido nítrico <strong>desempenha importante papel na regulação do tônus vascular, que pode encontrar-se prejudicado pela hipercolesterolemia.</strong>Alguns autores já concluíram que sua suplementação restaurou a atividade do óxido nítrico endógeno e <strong>inibiu a agregação plaquetária e tais efeitos contribuem para a disfunção miocárdica</strong>, inflamação, morte celular, medeia efeitos no choque séptico e protege após isquemia e reperfusão. <strong>O aumento da resposta linfocitária também é citado e outras dezenas de efeitos que se beneficiam de sua atividade anti-inflamatória.</strong><br />
Para os homens,torna-se importante para o tratamento da infertilidade, já que estimula a produção e motilidade dos espermatozóides e de quebra, auxilia no metabolismo das gorduras e no aumento da massa muscular.</p>
<p>(Fonte:1- FAYH, A.P. TRUSSARDI. Efeitos da suplementação de L-Arginina e do exercício em cicloergômetro sobre a função endotelial e estresse oxidativo em indivíduos com diabetes tipo 1. UFRGS, Porto Alegre,RS, 2005.2-DUARTE. A.C. Semiologia imunológica nutricional . Rio de Janeiro: Axcel Books, 2003.3-CARVALHO, P.R.C. Medicina Ortomolecular. 3ª Ed.Rio de Janeiro: Nova Era, 2004.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=412</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A melhor opção de leite UHT: leitíssimo!</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=407</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=407#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 22:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=407</guid>
		<description><![CDATA[A Bahia hoje produz o melhor leite UHT brasileiro; livre de resíduos de antibióticos, carrapaticidas e com forte apelo ambiental. O processo UHT, no qual é empregada temperatura em torno dos 145ºC, não preserva as enzimas &#8211; que tanto auxiliam &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=407">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=Leit__ssimo12.jpg" title="Leit  ssimo12"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/Leit__ssimo12.jpg" class="alignleft" alt="Leit  ssimo12" width="248" height="204" /></a>A Bahia hoje produz o melhor leite UHT brasileiro; livre de resíduos de antibióticos, carrapaticidas e com forte apelo ambiental. O processo UHT, no qual é empregada temperatura em torno dos 145ºC, não preserva  as enzimas &#8211; que tanto auxiliam no processo digestivo do leite &#8211; e todas as vitaminas, já que as mais sensíveis como as vitaminas C, B1 e B9 não suportam manter a integridade molecular nestas condições, deixando a desejar sob o ponto de vista nutricional-vitamínico, contudo, é uma <strong>opção segura em termos de resíduos medicamentosos e preservação do meio ambiente</strong>. A fazenda tem controle de seu rebanho utilizando métodos que permitem a não devastação de sua reserva de preservação (RPPN), conseguindo manter uma área vasta em pasto muito bem cuidado e com grande riqueza hídrica, resultando em vacas saudáveis e livres de estresse, aspectos importantes tanto para qualidade da carne bovina quanto do leite que comercializam.<br />
Já é sabido que vacas alimentadas de pasto e livres de confinamentos possuem maior teor de importantes nutrientes como o ômega 3 (importantíssimo para a dieta ocidental, muito rica em ômega 6), o CLA ácido graxo funcional importante para a manutenção do tecido muscular e também pela propriedade ímpar de sabor de sua gordura: são mais de 500 ácidos gráxos e 400 compostos voláteis!<br />
O rebanho foi desenvolvido na própria fazenda ao longo de 7 anos. O crescimento do rebanho e produção de leite continuarão se desenvolvendo exclusivamente com gado nascido e criado na própria fazenda, segundo os donos. A raça do rebanho possui ênfase no desenvolvimento de Kiwicross (jersey com holandês), tendo como objetivo a máxima adaptação ao pasto &#8211; os animais recebem pequenas quantidades de concentrado para balancear a dieta e obter energia, e fornecer alguns minerais. Todo o sêmen utilizado para reprodução provém de touros da Nova Zelândia.<br />
Para todos que desejam melhorar a qualidade do consumo de leite longa vida, já está no mercado um leite saboroso, 100% rastreado, mais nutritivo,  produto de um sistema 100% renovável em energia e microbiologicamente mais seguro: segundo dados da empresa, o leite possui <strong>menos de 30.000 UFC/ml (Unidades Formadoras de Colônias) e menos de 300.000 CCS/ml (contagem de células somáticas)</strong> .</p>
<p>Conheça a proposta do produto:http://www.leitissimo.com.br/</p>
<p>(Fonte:http://www.oleite.com.br &#8211; http://www.milkpoint.com.br/cadeia-do-leite/giro-lacteo/ba-fazenda-leitissimo-mostra-seu-sistema-de-producao-61976n.aspx &#8211; http://www.drrondo.com/, Fevereiro, 2012.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=407</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crianças com problemas intestinais e alergias</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=401</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=401#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 21:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=401</guid>
		<description><![CDATA[Quatro anos passaram-se da data deste vídeo e, ainda assim, uma explicação, por imagem, tão abrangente e sucinta da Nutricionista Denise Madi Carreiro não foi superada (diga-se em língua portuguesa). Todos os créditos a ela! Esta profissional, com vasto currículo &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=401">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=j0422603_1.jpg" title="j0422603 1"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/j0422603_1.jpg" class="alignleft" alt="j0422603 1" width="450" height="299" /></a>Quatro anos passaram-se da data deste vídeo e, ainda assim, uma explicação, por imagem, tão abrangente e sucinta da Nutricionista <strong>Denise Madi Carreiro</strong> não foi superada (diga-se em língua portuguesa). Todos os créditos a ela! Esta profissional, com vasto currículo em nutrição clínica funcional, presta um <strong>serviço público muito importante</strong> quando divulga seus conceitos (com excelente qualidade científica) para todos os cuidadores de crianças portadoras de síndromes intestinais, alergias e/ou intolerâncias alimentares. Ela mostra como os <strong>consumidores infantis</strong> tornaram-se <strong>vítimas</strong> da <strong>alimentação industrial não funcional</strong> e como é mister equilibrar a dieta colocando o consumo lácteo  de forma mais mesclada e associada a nutrientes &#8211;  das verduras e frutas  &#8211; que auxiliarão na digestão dos mesmos, sem que o leite e seus derivados tragam prejuízos à saúde humana. Vai consumir leite? Então, entenda que seu organismo precisa estar carregado de reservas de vitaminas, minerais, aminoácidos e enzimas (obtidos via frutas e verduras) para que o organismo metabolize os lácteos completamente. Não deixe de anotar as fontes de Cálcio (muitas delas mais biodisponíveis que o leite) que a profissional menciona no vídeo.</p>
<p>Acesse!</p>
<p><a href='http://youtu.be/J4TVq4RyFMI' >Consumo do Leite &#8211; por Denise M. Carreiro</a></p>
<p>(Fonte:Citação direta em texto, Janeiro, 2012.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=401</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Romã: propriedades NUTRACEUTICAS</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=376</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=376#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 21:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=376</guid>
		<description><![CDATA[Em plena passagem de ano, a Romã torna-se um fruto bastante requisitado na ceias e nas mãos dos supersticiosos. Coube a esta matéria mostrar seu uso milenar e seus atuais apelos científicos para a saúde da pele, dos órgãos do &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=376">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=rom__.jpg" title="rom  "><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/rom__.jpg" class="alignleft" alt="rom  " width="104" height="120" /></a><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=rom__2_2.jpg" title="rom  2 2"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/rom__2_2.jpg" class="alignleft" alt="rom  2 2" width="130" height="87" /></a>Em plena passagem de ano,  a Romã torna-se um fruto bastante requisitado na ceias e nas mãos dos supersticiosos. Coube a esta matéria mostrar seu uso milenar e seus atuais apelos científicos para a saúde da pele, dos órgãos do corpo humano e na prevenção microbiana.<br />
Na Antiguidade, a romã era cultivada no Irã por volta de 2000 a.C.  No Mar Mediterrâneo, os fenícios levaram a fruta para suas proximidades. Os egípcios carregavam seu suco para o deserto, pois, aliviava a sede. Ela possui uma importância histórica grande por fazer parte do contexto cultural de muitos povos.Para os gregos, a fruta era um símbolo da fecundidade, para os judeus, a fruta simbolizava a esperança para o ano novo ser melhor. O médico grego Dioscorides receitava romã para problemas gástricos e orais em seus pacientes.<br />
Em Roma, era um símbolo da ordem e riqueza.Os semitas a chamavam de “rimmon”, para os árabes era conhecida como “rumman”, e mais tarde, os portugueses a chamaram de romã ou “roman”. No Brasil, a romã chegou através dos portugueses.<br />
Conhecida pelos ingleses como Pomegranate, esta fruta possui muitas aplicações na área da saúde devido ao seu forte poder antioxidante advindo de seus compostos fenólicos, sobremaneira  o <strong>ácido Elágico</strong>.<br />
A Romã é rica em vitamina C e vários compostos antioxidantes dos quais três vem das <strong>antocianidinas:delfinidina, cianidina e pelargonidina.</strong><br />
<strong>O conteúdo de polifenol no suco desta fruta é três vezes maior do que o encontrado no chá verde e vinho tinto!</strong><br />
Com amplas aplicações na saúde cardiovascular e na prevenção do câncer, a Romã vem demonstrando múltiplos benefícios com uso tópico.<br />
Ela tem auxiliado a reverter os sinais da idade, promovendo um espessamento moderado da epiderme ao mesmo tempo em que mantém saudável o processo de diferenciação celular.<br />
O <strong>extrato de Romã tem mostrado um potencial para prolongar o tempo de vida das células fibroblásticas.</strong><br />
Os fibroblastos <strong>produzem as fibras estruturais essenciais da pele</strong>.  Relembrando:fibroblastos são células jovens e fusiformes e são as células mais frequentes encontradas no tecido  conjuntivo fibroso cuja função é a de sintetizar colágeno, proteoglicano e elastina (Martinez, 2010).<br />
A <strong>Romã pode ajudar na regeneração das células</strong> em duas importantes camadas para a saúde da pele: a derme e a epiderme.<br />
Ademais, o extrato da Romã também mostrou-se útil para a inibição de cepas de <strong><em>Staphyloccocus aureus</em> </strong>em concentração igual a 10% (extrato etanólico) com constatação de <strong>100% de inibição das cepas analisadas </strong>(http://www.sbac.org.br/pt/pdfs/rbac/rbac_38_02/rbac3802_09.pdf).</p>
<p>(Fonte sobre aplicações nutraceuticas: 1- http://www.nutritioningredients.co.uk/products/pomegranate-skin-extract/ . 2 &#8211; Grotto,David.101 Alimentos que Podem Salvar a sua Vida.Ed.Larousse,SP,2008 .)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=376</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O NATAL que surge em você&#8230;</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=366</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=366#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 01:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=366</guid>
		<description><![CDATA[Natal é nascimento de JESUS. Natal é comemorar essa dádiva; é fazer feliz. O menino Jesus fez brotar os reais valores da vida na terra. Valores que ensinam que AMAR é tarefa despretensiosa&#8230; Que ajudar é compromisso de ser &#8220;humano&#8221;. &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=366">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Natal_leave.jpg"><img src="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Natal_leave.jpg" alt="" title="Natal_leave" width="259" height="194" class="alignleft size-full wp-image-367" /></a></p>
<p><a href="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=Natal_leave_1.jpg" title="Natal leave 1"><img src="http://alimentosclinicos.com.br/nutraceuticosefoshu1/wp-content/photos/Natal_leave_1.jpg" class="alignright" alt="Natal leave 1" width="259" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/candle.jpg"><img src="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/candle.jpg" alt="" title="candle" width="190" height="266" class="aligncenter size-full wp-image-368" /></a></p>
<p>Natal é nascimento de JESUS.<br />
Natal é comemorar essa dádiva; é fazer feliz.<br />
O menino Jesus fez brotar os reais valores da vida na terra.<br />
Valores que ensinam que AMAR é tarefa despretensiosa&#8230;<br />
Que ajudar é compromisso de ser &#8220;humano&#8221;.<br />
Que conhecer-nos é imperativo para entender o outro.<br />
Que a caridade moral, espiritual e física é obrigação daqueles que                                            realizam feitos.<br />
Que o seu mundo, o seu ambiente, é moldado por suas crenças e        vibrações.<br />
Que o seu sonho &#8211;  seja qual for &#8211;  é pintado com as cores que você criar.<br />
Toda CRIAÇÃO CONSTRUTIVA é feita de Fé, Disciplina, Dedicação e&#8230;Intuição.<br />
Não tenha dúvidas, que essa intuição, muitas vezes chamada de &#8220;Inspiração&#8221;<br />
tem muito do divino, tem muito das sublimes vibrações deixadas por JESUS.<br />
Pinte o NATAL com as suas cores e que ele seja soberbo!</p>
<p>                             ■ ■ ■ FELIZ NATAL ■ ■ ■</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=366</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Agrotóxico tem RECORDE no BRASIL</title>
		<link>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=353</link>
		<comments>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=353#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 23:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engª de Alimentos-Milla Rúbia Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=353</guid>
		<description><![CDATA[O câncer já atinge as mais altas celebridades políticas. Quantos de seus parentes sofrem e já morreram por ele? Dentre outras causas, o consumo de AGROTÓXICOS é apontado como o agente principal desta doença crônica. A estimativa, por pessoa/ano é &#8230; <a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/?p=353">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/j0405160-1.jpg"><img src="http://blog.alimentosclinicos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/j0405160-1-199x300.jpg" alt="" title="j0405160-1" width="199" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-354" /></a>O câncer já atinge as mais altas celebridades políticas.<br />
Quantos de seus parentes sofrem e já morreram por ele?<br />
Dentre outras causas, o consumo de AGROTÓXICOS é apontado como o agente principal desta doença crônica.<br />
A estimativa, por pessoa/ano é de um consumo indireto (via alimentar, principalmente) de 5 L por ano!<br />
O INCA lança novo estudo onde os tipos de câncer mais incidentes nas regiões brasileiras, como de pele não melanoma, próstata, mama e pulmão são mencionados. As sete novas localizações de tumores são bexiga, ovário, tireoide (nas mulheres), Sistema Nervoso Central, corpo do útero, laringe (nos homens) e linfoma não Hodgkin – os dois últimos muito noticiados recentemente por terem acometido, respectivamente, o ex-presidente Lula, o ator Reynaldo Gianecchini e a presidente Dilma Rousseff (www2.inca.gov.br).<br />
Urge que sejam tomadas precauções proativas: pessoa a pessoa informando e incentivando a seleção dos alimentos para consumo.<br />
Em plena epidemia de obesidade no mundo, a justificativa de redução do consumo alimentar devido ao preço menos acessível do produto orgânico é uma opção inteligente e desafiadora e deve ser cuidadosamente valorizada.<br />
 Reaprender a comer menos é alcançar as estatísticas que mostram que vive mais os indivíduos que menos abusam das refeições. Encorajar-se a pagar mais (e nem chega a ser o dobro, mas uma média de 40%) por um produto saudável que estará promovendo em seu organismo as reações necessárias para o aumento de suas defesas é a opção mais sensata. Agrega-se a isso a certeza do auxílio à sustentabilidade do planeta, pois, a ação de ser sustentável consigo dá-se sob efeito dominó: o benefício que é promovido no organismo do consumidor atinge escalas ambientais!</p>
<p>O Brasil é hoje o MAIOR consumidor de agrotóxicos do planeta.<br />
Estimativa do câncer para 2012 no Brasil, acesse:  http://www.inca.gov.br/estimativa/2012/</p>
<p>                        <a href='http://youtu.be/MameRbBzRE0' >Brasil campeão de consumo de agrotóxicos</a></p>
<p>(Fonte: citações diretas no texto, Dezembro, 2011.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.alimentosclinicos.com.br/?feed=rss2&amp;p=353</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

